sexta-feira, 22 de julho de 2011

Sustentabilidade empresarial


10 tendÊncias em sustentabilidade nas empresas:

1- Gigantes do consumo acordam para o “verde”
Empresas que produzem artigos de alto consumo, como a das categorias de limpeza, alimentos industrializados e higiene pessoal, possuíam um histórico de relutância para atuar com a sustentabilidade, por acreditar que o tema fosse arriscado para seus negócios. Entretanto, este cenário alterou-se radicalmente há alguns anos e as maiores marcas do setor mostraram-se atuantes em suas propostas, como é o caso da Kraft, Procter & Gamble, Unilever e Walmart. O estabelecimento de metas ambiciosas para redução de suas emissões de gases estufa, aumento da reciclagem, redução do uso da água, eficiência energética, uso de energia alternativa, entre outras, são suas principais ações. Um dos exemplos é o Sustainable Living Plan, anunciado em novembro do ano passado pela Unilever, que coloca como prioridade da empresa reduzir metade de seu impacto ambiental até 2020.

2- Empresas almejam o “zero”
Diversas empresas colocaram a meta “zero lixo” em suas perspectivas de negócio. A General Motors, por exemplo, anunciou em dezembro de 2010 que mais da metade de suas 146 indústrias já atingiram o estágio de conseguir reciclar todo o descarte gerado por sua produção. Outras empresas já acertaram suas metas, como a Procter & Gamble, o que revela uma tendência que será encaminhada para este e os próximos anos.

3- Países em desenvolvimento ganham importância na cadeia de suprimentos
A extração de commodities em países em desenvolvimento passou a ser melhor analisada. Ou seja, a produção de minerais, como, por exemplo, o óleo de palma – matéria prima para a produção de diversos alimentos processados – passou a receber atenção maior por parte das empresas. A preocupação com a construção de uma cadeia de produção socialmente responsável inclui a capacitação dos produtores, com programas de geração de renda e incentivo ao empreendedorismo.

4- Transporte “verde” para maior eficiência energética
O ano de 2010 será lembrado pelo nascimento dos veículos elétricos, como os modelos Chevy Volt e Nissan Leaf. Mas as tecnologias e práticas verdes estão emergindo não só para a terra, mas também para o mar e o ar. A Maersk passou a verificar suas emissões de carbono a cada navio em operação; a Alaska Airlines iniciou alguns testes de redução de emissões em seus voos e a FedEx desenvolveu um programa que pretende aumentar em 20% a eficiência do combustível usado em suas operações até 2020. E estes são apenas alguns dos projetos.

5- Alimentação sustentável transforma-se no prato principal
Não faz muito tempo que a agricultura sustentável estava reservada à indústria da alimentação natural, voltada para um mercado de consumidores de nicho preocupados com alimentação saudável. Entretanto, a agricultura sustentável expandiu-se e grandes empresas estão arcando com compromissos neste campo de atuação. O Walmart investiu no ano passado US$ 1 milhão em pequenos e médios fazendeiros para capacitá-los a cultivar de forma sustentável. A Cool Farm Tool da Unilever é outro exemplo de ação que, por sua vez, ajuda a mensurar a emissão de gases estufa das práticas de cultivo.

6- Certificações para todas as indústrias
Existem diversas certificações relacionadas ao negócio sustentável, mas para algumas categorias específicas de produto, restam lacunas. Para isso, organizações e empresas estão fazendo sua parte. O Underwriters Laboratories, por exemplo, criou uma certificação para a indústria dos telefones celulares. A UPS lançou uma certificação para as embalagens responsáveis e um grupo de empresas de vestuário e calçados, que inclui a Levi’s e a Timberland, lançou o Eco Index. A Nike, por sua vez, desenvolveu seu Environmental Apparel Design Tool, para a criação de roupas feitas a partir de material orgânico.

7- Preocupações tóxicas incentivarão alternativas verdes
A revelação de ingredientes tóxicos nos bens de consumo atingiu um pico em 2010, com a crescente importância do tema nas agendas das empresas, ativistas e órgãos regulatórios. Esse movimento jogou luz ao campo da química verde, uma área em crescimento que busca transformar a maneira pela qual os produtos são fabricados, reduzindo ou eliminando determinadas substâncias que podem ser prejudiciais à saúde, além, também, da redução do impacto ambiental na produção. A BASF e a Dow, por exemplo, desenvolveram uma nova maneira de fabricar o óxido de propileno, que tem uma demanda global de 14 bilhões de toneladas, com redução em 80% do uso da água e 35% de energia.

8- A preocupação com o uso da água só cresce
A preocupação com a redução do uso da água nos processos produtivos estava reservada a empresas que possuíam este subsídio como fundamental em suas atividades. Diversas empresas têm percebido que analisar seu uso da água pode ajudá-las a encontrar oportunidades para eficiência e otimização na produção, além de inovação. Um exemplo é o caso Water
9- Empresas aprendem a fechar o ciclo
A promessa de uma sociedade com ciclo fechado – onde tudo seria reciclado e transformado em novos produtos e embalagens – parece estar cada vez mais próxima de ser cumprida. As empresas têm encontrado maneiras de transformar produtos, principalmente embalagens, em novos. Exemplos não faltam, como a Starbucks que pretende reciclar 100% de seus copos até 2015 e parcerias de empresas com a TerraCyle, empresa de upcylcing, como é o caso da Nestlé aqui no Brasil.

10- Bioplásticos transformam-se em embalagens
Durante anos, a pesquisa por alternativas ao plástico derivado de petróleo liderou o trabalho de especialistas por diversos caminhos. Mas, em 2010, o bioplástico atingiu mais importância na agenda das empresas. Uma subsidiária da Coca-Cola, a Odwalla, afirmou que já substitui suas embalagens de bebidas por plástico derivado de melaço e cana de açúcar e a Pepsico, com a embalagem de seu salgadinho Frito-Lay, feito a partir de um polímero de milho, são alguns dos exemplos.
Além das tendências, o relatório mede a sustentabilidade da economia norte-americana a partir de 20 indicadores, desde o nível das emissões de gases até o investimento em relatórios de sustentabilidade.


Confira o estudo completo aqui: http://www.greenbiz.com/state-green-business-2011/download

Planeta Sustentável

Planenta Sutentável é um movimentocriado pela editora Abril.
Eles lançaram um "MANUAL DE ETIQUETA 3.0", que tem como objetivooferecer dica para você colocar as "suas contas" com o planeta em dia!
o site http://planetasustentavel.abril.com.br/sustentabilidadee/ traz inumeras informações de como você pode ajudar o seu planeta a se tornar um lugar melhor!!
valeuu!

WWF Sustentável!



O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações

O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Eles tem um projeto com as empresas sobre sustentabilidade!
entre no site e confira http://www.wwf.org.br/empresas_meio_ambiente/

Sustentabilidade e a GreenPeace

O Greenpeace é uma organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos. Investigamos, expomos e confrontamos crimes ambientais. Nossos Valores são Independência, Não Violência, Confronto Pacífico e Engajamento.

Juntos pelo planeta!

Há quase 20 anos atuando no Brasil, o Greenpeace acredita que um Brasil mais verde e limpo é possível, mas precisamos da sua ajuda nesta luta!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sustentabilidade na arquitetura de interiores


Em um projeto ou reforma de interiores devemos pensar em sustentabilidade desde o início do projeto até a sua execução. Dicas básicas como utilizar lâmpadas de baixo consumo como as de LEDs, utilizar cores claras nas paredes e dar prioridade a produtos com certificados ambientais e sociais são práticas que ajudam e muito na preservação do nosso planeta para as próximas gerações.
Sustentabilidade é um termo que está na moda e que vemos quase que diariamente na mídia. Podemos definir este termo como o conjunto de práticas adotadas que visam a diminuir os impactos gerados pelas atividades humanas que poderiam prejudicar o meio ambiente, a sociedade e a economia.
Fernando Rigotti





Sustentabilidade na arquitetura de interiores


Em um projeto ou reforma de interiores devemos pensar em sustentabilidade desde o início do projeto até a sua execução. Dicas básicas como utilizar lâmpadas de baixo consumo como as de LEDs, utilizar cores claras nas paredes e dar prioridade a produtos com certificados ambientais e sociais são práticas que ajudam e muito na preservação do nosso planeta para as próximas gerações.
Sustentabilidade é um termo que está na moda e que vemos quase que diariamente na mídia. Podemos definir este termo como o conjunto de práticas adotadas que visam a diminuir os impactos gerados pelas atividades humanas que poderiam prejudicar o meio ambiente, a sociedade e a economia.
Fernando Rigotti



sustentabilidade-design-de-interiores

Estádios que visam à sustentabilidade

Não é de hoje que o tema da sustentabilidade vem rodeando todos os assuntos em nossa vida. De fato, é um ponto a ser devidamente considerado de forma a rever nossos conceitos de destruição e preservação do nosso habitat natural (já não tão natural). É por isso, que há algum tempo muitos projetos arquitetônicos visam esse meio de se auto-sustentar perante a Natureza. Seja reaproveitando a água da chuva, reciclando seus resíduos, emitindo menos poluentes ou neutralizando-os, e até mesmo aproveitando melhor a luz solar como simplesmente aumentando a captação dela durante o dia, ou a usando como geradora de energia elétrica. Seja qual for a forma de tentar colaborar, ela é bem-vinda. No setor esportivo, os projetos também vêm usando a tecnologia para evitar esses desperdícios. Nas Olimpíadas de Sidney, na Austrália, em 2000, muitos estudiosos, com apoio do Greenpeace, fizeram um programa sustentável para o evento, contribuindo para reciclar o lixo gerado pela massa humana que um evento desses atrai, programando o destino final de móveis que deveriam ser usados nas vilas olímpicas, colocando placas fotovoltaicas para geração de energia capaz de absorver gastos parciais. Outros eventos, como os Jogos de inverno de Lillehammer, na Suécia (1994), e em Nagano, no Japão (1998), já abrangeram estudos verdes para a realização de eventos esportivos. O Brasil, que agora deve começar a se preparar para a Copa do Mundo de 2014, também poderia visar tais benefícios, não só temporários, mas permanentes, suprindo as necessidades que um estádio tem durante os campeonatos nacionais ou até mesmo sul-americanos. Exemplos que podem ser seguidos são o estádio de Kent, no Reino Unido, e até mesmo o estádio brasileiro em Curitiba, o Janguito Malucelli, com capacidade para 6000 torcedores.


















Arquinbancada do estádio Janguito Malucelli.