Não é de hoje que o tema da sustentabilidade vem rodeando todos os assuntos em nossa vida. De fato, é um ponto a ser devidamente considerado de forma a rever nossos conceitos de destruição e preservação do nosso habitat natural (já não tão natural). É por isso, que há algum tempo muitos projetos arquitetônicos visam esse meio de se auto-sustentar perante a Natureza. Seja reaproveitando a água da chuva, reciclando seus resíduos, emitindo menos poluentes ou neutralizando-os, e até mesmo aproveitando melhor a luz solar como simplesmente aumentando a captação dela durante o dia, ou a usando como geradora de energia elétrica. Seja qual for a forma de tentar colaborar, ela é bem-vinda. No setor esportivo, os projetos também vêm usando a tecnologia para evitar esses desperdícios. Nas Olimpíadas de Sidney, na Austrália, em 2000, muitos estudiosos, com apoio do Greenpeace, fizeram um programa sustentável para o evento, contribuindo para reciclar o lixo gerado pela massa humana que um evento desses atrai, programando o destino final de móveis que deveriam ser usados nas vilas olímpicas, colocando placas fotovoltaicas para geração de energia capaz de absorver gastos parciais. Outros eventos, como os Jogos de inverno de Lillehammer, na Suécia (1994), e em Nagano, no Japão (1998), já abrangeram estudos verdes para a realização de eventos esportivos. O Brasil, que agora deve começar a se preparar para a Copa do Mundo de 2014, também poderia visar tais benefícios, não só temporários, mas permanentes, suprindo as necessidades que um estádio tem durante os campeonatos nacionais ou até mesmo sul-americanos. Exemplos que podem ser seguidos são o estádio de Kent, no Reino Unido, e até mesmo o estádio brasileiro em Curitiba, o Janguito Malucelli, com capacidade para 6000 torcedores.
Arquinbancada do estádio Janguito Malucelli.
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